LIFTACTIV RHAMNOSE 5% (Vichy)
12 dez 2011
Como já falamos aqui, a Vichy lançou o Liftactiv Rhamnose, depois de 10 anos de pesquisa.
Como ele se “vende”: antirugas, com textura não oleosa, indicado para todos os tipos de pele, com efeito lifting duradouro, aparência mais jovem, pele firme, melhora dos sinais de envelhecimento nos três alvos cutâneos e muito mais luminosidade. E tudo isso você começa a perceber em 4 semanas. A embalagem é em pump (ótimo, super higiênica), tem vitamina C que ajuda a dar uma luminosidade para a pele (adoro também! rs) e a Rhamnose, um ativo que atua nas 3 camadas da pele combatendo a flacidez.
O que eu achei?
Bem, eu desconfio de produtos indicados para qualquer tipo de pele. Mas produto que combata a flacidez é sempre tudo que procuro e fiquei bem empolgada com a repercussão que ele tem causado. Só que me decepcionei com a textura. Ele é um creme bem levinho, quase um serum, espalha fácil, mas não seca nunca. ![]()
Fica sempre aquela sensação meio pegajosa, ligeiramente siliconada (o que é bom pra deixar a sensação de pele macia, mas é ruim que não seca). Olha que eu insisti. Tentei usar de dia, de noite (acordei com o rosto oleoso), em casa, na rua, com make, sem make … mas não teve jeito. Eu só usaria no pescoço e colo, regiões que não ligo muito se ficarem mais “melecadas”.
Além disso, achei que tem um cheiro meio forte. É um cheiro bom, mas poderia ser mais discreto.
Achei curioso que coloquei no dorso da mão para tirar fotos pro post e até que lá ele secou. Demorou, mas secou. E aí ficou só a sensação de pele macia, sem ser pegajosa (o meu rosto talvez tenha problemas. rs) e uma luminosidade bonita. Mas não senti efeito lifting, nem na mão seca, nem no rosto molhado.
Óbvio que eu não posso falar aqui que o produto é ineficaz. Pois isso só poderia dizer após um longo período de uso contínuo. A própria marca diz que os resultados são visíveis após 4 semanas de uso, coisa que não fiz. E, como o maior problema do creme, na minha opinião, foi a textura, certamente muitos podem gostar. Porque sensorial é muito pessoal.


















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